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“sons da alma”, de antonieta barros, tem coordenação editorial da cultureprint e é apresentado dia 20 de janeiro em chaves

A obra inaugural de Antonieta Barros reúne um conjunto de textos em forma de prosa poética que abrem as portas do leitor ao mundo interior da autora transmontana.

É de uma intimidade romântica e da vida, mas sobretudo do amor, que fala esta viagem feminina pelas palavras.

A estas juntam-se os registos fotográficos de Nádia Ferreira, num encontro único entre verbo e imagem, para dar a ver com o olhar interior os “sons da alma”, essa melodia humana que descreve a narrativa de Antonieta.

“Sons da Alma” tem coordenação editorial da CulturePrint e é apresentado dia 20 de Janeiro, pelas 18h30, na Biblioteca Municipal de Chaves.

o sucesso da apresentação de “as verticalidades de barroso / as horizontalidades de barroso” em boticas

primeiras imagens de “as verticalidades de barroso / as horizontalidades de barroso”, obra de fotografia e textos com coordenação editorial cultureprint

A obra será apresentada esta tarde, pelas 18h30, em Boticas. Saiba mais aqui. Assista ao booktrailer do livro de Ana Luísa Pires Monteiro aqui.

palavras de ângela berlinde durante a apresentação de “café paraíso”, n’”a brasileira”, em braga

Ao Ribeiro

Nunca serei fotógrafa o suficiente
para revelar a loucura e devaneio do poeta maldito
ou fazer o mais claro enquadramento das longas tardes
onde o poeta tudo roubou ao futuro do mundo.
Nunca serei gente suficiente
para o retratar.
Mas sei que há fotografias
que se não escrevem,
sendo só o tempo o seu dono
e a infinita passagem
a única e a mais justa forma
de os expressar.
Ribeiro fica nos cafés e na luz espelhada da Brasileira
na cor tão difícil que a liberdade mistura com os dias do mundo.
Há no seu coração um planeta a atravessar-lhe o coração,
como se o Poeta e o mundo pudessem ser uma narrativa
para partir de vez,
para o mais justo coração da humanidade.
Os livros de Pedro Ribeiro são o seu retrato mais grandioso,
como é o retrato de uma geração, de alguém nascido no mítico maio de 68.
Acreditemos em numerologia e aponte-se o dia de hoje, de regresso à Brasileira, como o dia em
que se lança o seu 10 º livro.
Guardaremos aí a estranheza e a feliz coincidência de hoje se celebrar o nascimento de Jim
Morrisson, uma intima inspiração do poeta aqui retratado, no desconforto das suas inquietações.
António Pedro Ribeiro não escreve apenas os livros, também os vive, chora, declama e, posso dizer
fotografa esse mundo.
Quem já não chorou com livros? Mas quem ainda não se espantou com a experiência de ter visto o
Ribeiro a declamar a sua poesia.
Quem seria Ribeiro se não fora a coragem de se ser também um dizeur, um artista performer?
Ribeiro é dos livros, mas também da voz e do grito, da música que se transforma em imagens. E só
por aí, Ribeiro já é do mundo, esse que acredita na humanidade.
Diante dos textos do Ribeiro uma insistente pergunta se impõe: como ler uma obra em que a
novidade se instaura no próprio código, na escrita em si? Escrita performática, inquietante que
clama por um novo leitor, que precisa se desprender dos moldes tradicionais de leitura e tornar-se
participante do ato de criação.
Nessa nova perspectiva de leitura, o texto não pode apenas ser visto, necessita de ser contemplado,
ouvido, tateado, percebido sinestesicamente, o que nos reporta à insistência com que o ler aparece
nos livros do Ribeiro.
O texto é directo e não se deixa interromper, não se fixa em nada, extrapola as convenções e,
diferentemente do que se verifica na obra, “não tem mancha de ruído”, ou seja, não “se fecha sobre
o significado” (Barthes, 1988: 73).
Nos livros, é sempre muito duvidoso o que se dá e o que se recebe, mas também não importa, o que
importa é que a estrada é uma caligrafia e o pensamento do Ribeiro é um planeta, uma rota, um
mapa, uma mão, uma voz, uma revolução!
Qualquer dia entenderemos o que é ter vindo ao mundo para inscrever coisas na parte ainda vaga do
universo em que o poeta almejou uma revolução.
O poeta pára nos cafés à espera de mais mundo.
A Terra do Ribeiro são os cafés que o protegem das intempéries e dos verões escaldantes. Ter uma
terra é isso: é ter um lugar de plantio e de colheita do que se não esquece, tudo mais, por mais belo
que possa ser, é uma passagem, é um desaparecimento.
Na terra do Ribeiro pode-se medir o mundo.
É nos cafés onde emerge o desejo e o espanto, lembrando as impossíveis brisas e todas as baladas.
Na poesia do Ribeiro o mundo a escorre-lhe dos olhos
Nesta terra é um poeta e pouco mais, com um caderno pronto e urgente numa mão
e na outra um coração.
Ângela, a Berlinde

Lançamento do “Café Paraíso” de António Pedro Ribeiro
Café, a Brasileira, 8 de Dezembro de 2011

lançamento do livro “as verticalidades de barroso / as horizontalidades de barroso”, de ana luísa pires monteiro, em boticas, esta sexta-feira

novo livro de fotografias de ana luísa pires monteiro, com coordenação editorial da cultureprint, é lançado esta sexta-feira em boticas

O novo livro de Ana Luísa Pires Monteiro, com coordenação editorial da CulturePrint, é um objecto artístico que reúne o trabalho fotográfico da autora transmontana sobre as paisagens, os lugares e as pessoas do Barroso.

A obra proporciona uma dupla leitura das imagens captadas pela lente da fotógrafa, combinando um olhar horizontal e depois vertical dos espaços e das composições.

À apresentação oficial do livro “As Horizontalidades de Barroso / As Verticalidades de Barroso”, dia 16 de Dezembro, pelas 18h30, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Boticas, junta-se ainda a inauguração da exposição fotográfica das imagens que compõem a obra.

conheça os colaboradores da culture print: rui de almeida cardoso

Pessoa de vários ofícios,  marketeer, fotógrafo, formador, criativo e músico, ficou careca de tanto queimar as pestanas em livros e arrancar cabelos antes dos exames. Experimentar e conhecer faz parte do seu adn, talvez por isso tenha colaborado com várias entidades.

Realizou diversas exposições de fotografia (sempre com a ajuda da Catwoman) e é autor/editor do livro de fotografia conceptual “Playing With Light”, dos primeiros projectos Culture Print.
É também baterista da banda MaNtRa Project, projecto que funde mantras e yôga com rock, quem diria que isso é possível. Adora caminhar à beira mar, sempre acompanhado de música e vontade de sonhar mais.

Criar é a sua maior motivação, sendo o homem que conta histórias através da fotografia.

a culture print assina a euedito mag – nova magazine cultural é apresentada a 3 de junho

Para Ler, Folhear, Descobrir, Conhecer, Partilhar, Editar e Apontar. A Euedito Mag, revista integralmente produzida pela Culture Print para a Euedito, é a magazine cultural que lhe dá a conhecer tudo sobre o print-on-demand e as novas tecnologias de edição. A produção, edição, paginação e design são feitos pela Culture Print.

A apresentação do número inaugural acontece dia 3 de Junho, pelas 21h30, no CLP. Estão todos convidados a conhecer a Euedito Mag e a comemorar connosco este novo projecto!

“playing with light”, uma obra para olhar com olhos de ver

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Trata-se do primeiro livro de fotografia conceptual de Rui de Almeida Cardoso, uma obra com coordenação editorial e design da Culture Print, publicada o ano passado.

Conheça melhor o autor aqui.