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“inesquecível emília”, com assessoria de imprensa da cultureprint

“Inesquecível Emília”, o mais recente projecto da Pele – Espaço de Contacto Cultural e Social vai dar que falar: 15 reclusas ensaiam (re)começos de vida a partir do teatro, num espectáculo que conta com a participação de Manuela Azevedo (Clã). A CulturePrint apoia a comunicação do projecto junto da comunicação social.

festival de artes põe o porto a mexer

Durante uma semana, o Porto vai ser a capital da Arte Comunitária nacional e internacional. Entre 21 e 27 de Novembro, o festival de artes promovido pela PELE vai pôr a cidade a mexer.
DESTAQUES DO PROGRAMA

No dia 24, pelas 22h00, a convite da Orquestra LGT MEXE, os moradores do Lagarteiro vão colaborar com a Escola de Música da Valentim de Carvalho para o Concerto “EnConstrução”. Destaque ainda para o espectáculo “Que máis dá!”, pela Companhia Galega de Teatro Social Bagunça, destinado a crianças dos 8 aos 12 anos, na E.B.1 do Lagarteiro, pelas 15h00.
No dia 25 de Novembro, pelas 17h30, o festival assinala o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres com uma performance na Estação de S. Bento . “Meto a Colher” á um espectáculo que integra em cena pessoas da comunidade do Lagarteiro e outros grupos locais e recria em espaço público as diferentes formas de violência que ocorrem no contexto da esfera privada. O projecto teve já apresentação em Santa Maria da Feira, no Festival 24 heures Non Stop Theatre, na Tunísia, na Mostra Internacional do Teatro de Oeiras, no Teatro São Luiz, em Lisboa, e durante o FITEI, no Porto.


Ao terceiro dia, pelas 18h00, o Mexe leva à cena o Espectáculo de Teatro-Fórum “Aurora”, na Fábrica da Rua da Alegria. “Vais escrever que és do Bairro? Se calhar, é por isso que nunca te chamam”. Esta é uma das reflexões levadas a cabo por um grupo de mulheres do Bairro do Lagarteiro que procura questionar os canais de comunicação entre a cidade e o bairro e reflectir sobre as representações sociais e opressões inerentes a esses papéis, procurando alternativas.


Ainda no dia 26 de Novembro, o destaque vai para o projecto da PELE com a Associação de Surdos do Porto que leva à cena a interpretação das palavras de Eugénio de Andrade pelos corpos surdos mas vibrantes e cheio de sons de actores surdos e ouvintes. “Quase Nada”, um espectáculo financiado pela Secretaria de Estado da Cultura / DGArtes e produzido em parceria com Serviço Educativo da Casa da Música e pelo Serviço Educativo da Fundação Ciência e Desenvolvimento da Câmara Municipal do Porto, pode ser visto às 21h30, no ANIMAR, no Lagarteiro.
Pelas 17h00 do dia 27, a Fábrica da Rua da Alegria exibe “Entrado”, de Paula Preto, em estreia no Porto. Trata- se da curta-metragem que documenta o processo de criação teatral desenvolvido no Estabelecimento Prisional do Porto, junto de um grupo de 30 reclusos com os quais foi desenvolvido um espectáculo com base na (re)escrita das suas memórias e histórias– um projecto que resulta do encontro de vontades da PELE, CCTAR e do Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira – Imaginarius.


A encerrar o festival, ainda no dia 27, a PELE traz a Portugal Bárbara Santos, uma das maiores referências mundiais do teatro comunitário, para o Seminário Teórico sobre o Teatro do Oprimido e Oficina Prática de Teatro-Fórum. A coordenadora do Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro trabalhou durante vários anos com Augusto Boal, nomeado para Nobel da Paz em 2008 e Embaixador do Teatro pela UNESCO, em 2009. A especialista brasileira dará formação no Porto, entre 21 e 27 de Novembro.


Entre os dias 21 e 27 de Novembro, o festival Mexe – Encontro de Arte e Comunidade promovido pela PELE e Iniciativa Bairros Críticos – Lagarteiro vai pôr a cidade a mexer. Durante uma semana, o Porto será a capital do teatro comunitário nacional e internacional, com um conjunto de actividades maioritariamente gratuitas para todos os gostos e idades. Toda a programação está disponível aqui.

“perfil adequado” estreia no porto pelas mãos dos criativos da sem palco

PROJECTO PERFORMATIVO PRETENDE PENSAR O PERFIL E O LUGAR DO ACTOR DO SÉCULO XXI

A pergunta não é nova para todos aqueles que, por motivos profissionais, respondem a “castings” e são confrontados com a resposta comum do “perfil certo”. Mas a indefinição em torno do que faz um perfil mais ou menos certo pôs o colectivo de jovens actores a explorar o tema e o resultado é um trabalho de reflexão inovador e pertinente, com assinatura da Associação Cultural Sem Palco.

“Perfil Adequado”, a mais recente peça deste colectivo, é apresentada ao público nos dias 28 e 29 de Junho, no Maus Hábitos, e nos dias 8 e 9 de Julho, na Fábrica da Alegria, no Porto, e promete por-nos a pensar sobre a arte do Actor.

A peça “Perfil Adequado”, desenvolvida no âmbito da pesquisa de Mestrado em Teatro – Encenação/Interpretação por Liliana Rocha, na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, partiu de um processo de criação colaborativo para construir um espectáculo dinâmico, que permite redefinir as várias frentes práticas de reflexão em torno do Actor/Performer do século XXI.

“Propomos uma reflexão sobre um perfil que vai além das ‘acting skills’ de cada profissional, um perfil adequado às mudanças, adaptável às linguagens (…) em permanente mutação”, afirma o colectivo, enquadrando este projecto na vasta reflexão contemporânea sobre a arte do actor.

“Perfil Adequado” estreia dia 28 de Junho, no Maus Hábitos, no Porto.

porque, às vezes, a criatividade acontece mesmo Sem Palco

e isso não é nada SIMPLESmente complicado. Olho neles.

“é mais ou menos isso” estreia dia 26 nas galerias de paris