Edita-me: «Coisas do arco da ovelha: pequeno tratado do banal familiar» de João Habitualmente

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27.02 – 22h – Pré-lançamento na edição «Entre nós» das Quintas de Leitura @ Teatro do Campo Alegre

Na segunda parte do serão, João Habitualmente revela fragmentos do seu novo livro Coisas do arco da ovelha: pequeno tratado do banal familiar. O poeta conversará sobre a obra e sobre a atualidade portuguesa com Francisco Louçã. A sessão conta ainda com Álvaro Domingues (conferência), Capicua (música), Momentum Crew (dança), Isaque Ferreira e Isabel Queirós (leituras), JAS (imagem), Tânia Carvalho (voz) e Joana Gama (piano).

Mais informações em http://quintasdeleitura.blogspot.pt/2014/02/um-geografo-e-um-poeta.html

01.03 – 17h – Lançamento oficial @ Teatro Rivoli

«O dia-a-dia é tão evidente que não dá origem a grandes meditações. Eis a constatação com a qual Coisas do arco da ovelha está completamente em desacordo. A vida banal duma família da classe média contada sob a forma de diário é o pretexto para erigir as coisas elementares do quotidiano em fontes de inesperado.
A ironia e o humor atravessam os dias desta família, convocando dilemas que vão desde a educação das crianças às interrogações sobre o rumo atual da nossa sociedade ou à perplexidade perante a morte. O autor não precisou de inventar muito, posto que escreveu o banal da sua própria família ao longo de oito anos durante os quais os seus dois filhos passam de meninos a rapazes.
Deste livro bem poderia portanto dizer-se que é o contrário dos desenhos animados quando avisam que that’s all folks – estamos perante um escrito onde, em estreita obediência à lei de Lavoisier, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.»

Mais informações em http://www.edita-me.pt/product_info.php?products_id=197

02Fotografia de Sara Moutinho na sessão de lançamento de
De minha máquina com teu corpo, de João Habitualmente

João Habitualmente nasceu no Porto em 1961, começou a escrever quando o ensinaram e nunca mais parou, publicando em 1995 Agradecemos / Os sons parados, livro de estreia na poesia. Antes disso andara pela revista Pé de Cabra, onde, nos anos 80, era Célio Lopes em prosa e João Habitualmente em verso.
Depois dum estágio boémio nas noites de poesia do Pinguim, ao longo de toda a década de 90, sai da cave e publica em 2003 Notícias do pensamento desconexo, em 2006 Os animais antigos e em 2010 De minha máquina com teu corpo. Incapaz de caber em si cria em 2001 o personagem Luís Fernandes, que publica Pelo Rio abaixo: crónica duma cidade insegura e em 2007 Escrita perecível, onde reúne crónicas da sua colaboração nos jornais O Comércio do Porto e O Público.
Vivendo e deambulando ainda hoje pelo Porto e arredores, está desgostoso com a globalização e continuará a escrever até que a voz lhe doa.

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